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Domingo, 2 de Janeiro de 2011
CARREIRA Nº 27 - CAMPOLIDE - POÇO DO BISPO

 

Inaugurada em Julho de 1958, esta carreira circulou até 1990, altura em que foi suprimida, tendo sofrido duas grandes alterações durante a sua duração.

 

A primeira, foi um encurtamento ao Arco do Cego. Provavelmente devido à supressão das linhas de eléctricos entre S. Sebastião e Benfica/Carnide, o troço junto ao Largo de S. Sebastião da Pedreira (junto à Região Militar de Lisboa) foi desactivado.

 

Em 1975, a carreira foi prolongada do Arco do Cego a Campolide, efectuando terminal  na raquete junto à Av. Conselheiro Fernando de Sousa.

 

(Fontes: Luís-Cruz Filipe  e memória do Visitante)

 

 

Percurso:

 

Campolide (Av. Conselheiro Fernando de Sousa), Rua Marquês de Fronteira, S.Sebastião, Av. Duque de Ávila, Arco do Cego, Av. Rovisco Pais, Av. Manuel da Maia, R. António Pereira Carrilho, Praça do Chile, Rua Morais Soares, Praça Paiva Couceiro, Alto de S. João, Av. Afonso III, Madre de Deus, Rua de Xabregas, Rua do Beato, Rua do Açúçar, Praça David Leandro da Silva (Poço do Bispo).

 

 

Os locais:

 

Campolide (Terminal)

01-Campolide Av. Cons. Fernando Sousa

 

R. Marquês de Fronteira (Bairro Azul)

02-R. Marquês Fronteira - S. Sebastião

 

R. Marquês de Fronteira / Av. Duque de Ávila

03-R. Marquês Fronteira3

 

(Largo de S. Sebestião da Pedreira, antigo terminal) 

04(1)-Lg. S. Sebastião

 

Av. Duque de Ávila / Av. da República 

05-Av. Duque de Ávila Av. República

 

Estação do Arco do Cego 

06-Arco Cego - Artur Goulart

 

Av. Rovisco Pais

07-Av. Rovisco Pais

 

Av. Manuel da Maia

08-Av. Manuel da Maia

 

R. António Pereira Carrilho

09-R. António Pereira Carrilho21

 

Praça do Chile

10-Pr. Chile Arnaldo Madureira 1966

 

R. Morais Soares

11-R. Morais Soares1

 

Praça Paiva Couceiro

12-Pr. Paiva Couceiro

 

Parada do Alto de S. João

13-Alto S. João Parada

 

Av. Afonso III

14-Av. Afonso III muro 21

 

R. Madre de Deus

15-R. Madre Deus

 

R. Madre de Deus 

16-R. Madre Deus convento

 

R. Xabregas (Viaduto)

17-R. Xabregas viaduto

 

R. Xabregas (Viaduto)

18-R. Xabregas Viaduto

 

R. Xabregas 

18-R. Xabregas

 

Calçada de D. Gastão

19-Cç. D. Gastão

 

Rua do Grilo

20-R. Grilo Cruzto

 

Rua do Grilo (Igreja do Beato)

21-R. Grilo (2)

 

Rua do Beato

22-R. Beato

 

Rua do Açúcar

23-R. Açucar Soponata

 

Rua do Açúcar

24-R. Açucar

 

Praça David Leandro da Silva (Poço do Bispo)

25-Poço do Bispo

 Fotos DR, excepto as identificadas

 

 

 

Conduzido por Visitante às 17:28
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13 comentários:
De Luís Cruz-Filipe a 2 de Janeiro de 2011 às 21:22
O encurtamento ao Arco do Cego foi em 1971 e devido à interrupção de circulação na Duque d'Ávila por causa dum prédio em vias de ruir. Os eléctricos de Benfica e Carnide ficaram provisoriamente em São Sebastião, o 21 e 27 pelo Arco do Cego. Quando a rua reabriu, os eléctricos de Benfica e Carnide voltaram à Praça do Chile, mas o 21 e 27 mantiveram-se encurtados.
De Visitante a 5 de Janeiro de 2011 às 00:32
Olá, Luis.

Eu lembro-me desse encurtamento a que vc se refere. Aliás, os eléctricos de Benfica e Carnide, para entrarem nas respectivas carreiras, tinham de dar a volta pela Baixa, Conde Barão, São Bento, Rato, Rua das Amoreiras, Campolide e Marquês de Fronteira.
Lembro-me até de alguns fazerem serviço extraordinário à carreira 19 até à D. Carlos I.
(Era giro ver os carros "salão" e os carros atrelados a subir com alguma dificuldade a Rua das Amoreiras...)

Mas o encurtamento a que eu aludo existiu de certeza. Penso que os motivos foram os que eu escrevi no post: a desactivação das linhas à volta do Quartel General em S. Sebastião.

E tanto que assim foi que... Luis, veja como está escrito isto, na sua própria página sobre a Carris: http://www.math.ist.utl.pt/~lcf/CCFL/php/alteracao.php?carreira=e27.1&data=19750929&subdir=

Permito-me realçar a frase "percurso habitual ATÉ AO ARCO DO CEGO e depois pela Avenida Duque d'Ávila". E isto em 29 SET 1975, uns tempos depois do encurtamento a que vc se refere.

Obrigado pelas suas achegas, de qualquer modo

Visitante
De Ricardo Moreira a 3 de Janeiro de 2011 às 14:59
Que saudades que este post me trouxe!

Aquela volta que existia nos anos 60 para cruzar a Av. República devia-se a quê? Imagino que os horários dos eléctricos seriam bastante penalizados pela existência de tal coisa.
De Luís Cruz-Filipe a 5 de Janeiro de 2011 às 23:26
@Visitante: sim, a versão do Arco do Cego existiu; o sentido do meu comentário era precisar as circunstâncias em que se deu o encurtamento.
@Ricardo: correspondência com o resto da rede (e a partir de 1959 com o metropolitano). O desvio deixou de se fazer precisamente por causa do tempo de viagem.
De Ricardo Moreira a 6 de Janeiro de 2011 às 09:01
Na época não havia as saídas do metro junto à Duque d'Ávila?
De Visitante a 7 de Janeiro de 2011 às 20:11
Ricardo, nesta fotografia não dá para ver. É provável que, na época desta fotografia em que aparecem o carro "Brill" e o "Caixote" na Av. República, já o metro possa ter sido construído e estivesse em funcionamento.

Visitante
De Ricardo Moreira a 7 de Janeiro de 2011 às 21:27
Sim, provavelmente o metro já estaria construído e a funcionar (o 27 nasceu apenas 1 ano e meio antes do metro abrir, logo seria uma grande "pontaria" aquela foto ser desses 18 meses). A minha dúvida surgiu por causa da fase do "milímetro ", com as composições do Ml de 2 carruagens e as estações a "condizer", bem mais curtas que as actuais para 6 carruagens.
De João F. Valdez Oliveira a 6 de Janeiro de 2011 às 15:34
Há muito que venho vendo este blog, que me trás muitas recordações, visto actualmente só existirem 5 carreiras de Eléctricos, repuseram as linhas da carreira 24, que possivelmente nunca será reposta? Apesar de haver um protocolo entre a Carris e a Câmara Municipal de Lisboa para a sua reposição, mas lembro-me muito bem dos eléctricos circular na Av. da Liberdade muito antes do metro, é um meio de transporte que deveria ser mais implementado, visto não poluir, em vez da sua destruição, como aconteceu desde os anos 70 até 90 em que foram suprimidas muitas linhas, com as mais diversas teorias, ou porque havia saturação de transito, hoje então nas ruas em que os eléctricos circulavam só existe estacionamento selvagem, com isto agradeço que continue porque acho muitíssimo interessante toda esta pesquisa.
Obrigado
De Visitante a 7 de Janeiro de 2011 às 20:50
Obrigado pelas suas palavras, João

Visitante
De Agostinho Paiva Sobreira a 8 de Janeiro de 2011 às 18:09
Caro Visitante Belo post , bom percurso. Gosto muito de ver estas fotos e relembrar o passado. Durante a vida desta linha não tive o prazer de a utilizar. Em 1957 saí de Xabregas para Paço de Arcos e a minha vida estava mais condicionada à Linha do Estoril , Cais do Sodré e Camões. Quando ia visitar os meus pais, normalmente apanhava o eléctrico Belém-Xabregas ou P. do Bispo. Na foto da AVENIDA AFONSO III a casa que mal se vê encostada ao muro, com entrada pelo início da Calçada das Lajes, era um antigo posto de fiscalização da entrada dos produtos em LISBOA. Depois de desactivado foi propriedade do meu avô até finais dos anos 60. Hoje já nada resta, a não ser algumas fotos que esporadicamente vão aparecendo na NET . Desculpe a ousadia, mas a foto que indica Rua de Xabregas, depois do Viaduto trata-se da Rua da Madre de Deus, logo a seguir à Igreja, no percurso da subida para a Calçada da Cruz da Pedra. Um abraço APS
De Visitante a 10 de Janeiro de 2011 às 20:04
Olá Agostinho.

Obrigado pelas sua palavras.

A foto está correctamente identificada. Desde sempe que eu identifico os locais das fotos em cabeçalho e não em rodapé.

Cumprimentos
Visitante
De Visitante a 10 de Janeiro de 2011 às 20:08
P.S.:

No entanto, tem razão quanto à incorrecta designação do mesmo local, na carreira 16.

Já rectifiquei a legenda.

Obrigado pela sua correcção, e não tenha problemas em apontar aquilo que vê que possa estar errado.

Cumprimentos
Visitante
De Jorge Costa a 25 de Dezembro de 2011 às 02:10
Bela prenda esta de Natal.
Em 1965 fazia esta carreira sozinho tinha 9 anos de idade.
Ia do Lumiar para o Poço do Bispo, porque andava na "Voz do Operário" e tinha nesse ano mudado de casa.
Que belos tempos, principalmente porque entrava no Arco Cego e esgueirava-me para chegar lá à frente (só podiam ir 4 pessoas) junto ao guarda-freio.
Adorava eléctricos, o tocar da campainha para parar, os dois toques que o "pica" dava para dar o sinal de partida, e, principalmente porque muitas das vezes os guarda-freios deixavam-me dar à manivela quando se iniciava a descida da Afonso III.
Falta ainda falar do carro operário (que tinha que ser apanhado antes das 08:00 da manhã), em que o bilhete custava 8 tostões e era de ida e volta, quando uma viagem custava 10 tostões = 1 escudo.
Saudades.

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