Uma página sobre o eléctrico, de hoje e de ontem...
.Quem Tem Viajado

contadores web
   
.Mais sobre mim
.Pesquisar neste blog
 
.Posts recentes

CARREIRA Nº 28 - MARTIM M...

CARREIRA Nº 28 - GRAÇA - ...

CARREIRA Nº 28 - RUA DA C...

CARREIRA Nº 27 - CAMPOLID...

CARREIRA Nº 25 - R. ALFÂN...

CARREIRA Nº 25 / 26 - EST...

CARREIRA Nº 25 / 26 - EST...

CARREIRA Nº 24 - CARMO - ...

CARREIRA Nº 22 / 23 - S. ...

CARREIRA Nº 22 / 23 - S. ...

.Outras carreiras
Tags

todas as tags

.Arquivos

Maio 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Fevereiro 2010

Agosto 2009

Julho 2009

Maio 2009

Fevereiro 2009

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Abril 2007

blogs SAPO
subscrever feeds
Quem Viaja
online
Segunda-feira, 1 de Novembro de 2010
CARREIRA Nº 24 - CARMO - RUA DA ALFÂNDEGA

 

Esta carreira foi inaugurada em 1907, circulando entre o Largo do Carmo e Campolide.

 

Em 1942, foi prolongada à Av. Almirante Reis (Praça do Chile)

 

Em 1974, em consequência da fusão com a carreira 21, foi prolongada até à Rua da Alfândega (as fotos dizem respeito a este percurso)

 

Em 1991, foi encurtada ao Alto de S. João, inaugurando-se uma nova carreira nº 23 entre a Praça do Chile e a Rua da Alfândega.

 

Em 1994, o seu percurso foi desviado do Largo do Carmo para o Cais do Sodré.

 

Suprimida "provisoriamente" em 1995.

 

Chegou a ser aventada a reposição da carreira entre o Largo do Carmo e Campolide, mas até agora nada mais de concreto se adiantou.

 

 

(Fonte: Luis Cruz-Filipe)

 

 

Percurso:

 

Largo do Carmo, Rua Nova da Trindade, Largo Trindade Coelho, Rua de S. Pedro de Alcântara, Rua D. Pedro V, Praça do Príncipe Real, Rua da Escola Politécnica, Largo do Rato, Rua das Amoreiras*, Rua de Campolide* (a partir de 1968, o percurso passou a ser: Rua das Amoreiras, Av. Conselheiro Fernando de Sousa, Rua Marquês de Fronteira, S.Sebastião, Av. Duque de Ávila, Arco do Cego, Av. Rovisco Pais, Av. Manuel da Maia, R. António Pereira Carrilho, Praça do Chile, Rua Morais Soares, Praça Paiva Couceiro, Alto de S. João, Av. Afonso III, Calçada da Cruz da Pedra, R. Santa Apolónia, R. Bica do Sapato, Estação de Santa Apolónia, R. Jardim do Tabaco, R. Terreiro do Trigo, R. Cais de Santarém, Campo das Cebolas, Rua da Alfândega.

 

Os locais:

 

Largo do Carmo 

 

Largo do Carmo (visão oposta)

 

Largo do Carmo (eléctrico virando para a Rua da Trindade)

 

Rua Nova da Trindade

 

Rua Nova da Trindade

 

Largo Trindade Coelho

 

Rua S. Pedro de Alcântara

 

Rua S. Pedro de Alcântara (jardim)

 

R. D. Pedro V

 

Praça do Príncipe Real

 

Praça do Príncipe Real / Rua da Escola Politécnica

 

Rua da Escola Politécnica

 

Rua da Escola Politécnica / Largo do Rato

 

Largo do Rato

 

Largo do Rato / Rua das Amoreiras

 

Rua das Amoreiras (arco)

 

Rua das Amoreiras (percurso anterior, na direcção da Rua de Campolide)

 

Rua de Campolide (percurso anterior)

 

Amoreiras / Av. Duarte Pacheco / Av. Conselheiro Fernando de Sousa (percurso posterior)

 

Av. Conselheiro Fernando de Sousa (percurso posterior)

 

Av. Conselheiro Fernando de Sousa (percurso posterior)

 

Rua Marquês de Fronteira

 

Rua Marquês de Fronteira

 

Rua Marquês de Fronteira

 

Rua Marquês de Fronteira / S. Sebastião

 

Avenida Duque d'Ávila / Av. da República

 

Avenida Duque d'Ávila / Av. da República

 

Avenida Duque d'Ávila (Estação do Arco do Cego) 

 

Av. Rovisco Pais

 

Av. Manuel da Maia

 

Rua António Pereira Carrilho

 

Praça do Chile

 

Rua Morais Soares

 

Praça Paiva Couceiro

 

Parada do Alto de S. João

 

Av. Afonso III

 

Av. Afonso III

 

 

Madre de Deus (Cruzamento)

 

Calçada da Cruz da Pedra

 

Rua de Santa Apolónia

 

Rua de Santa Apolónia

 

Rua da Bica do Sapato / Estação de Santa Apolónia

 

Estação de Santa Apolónia

 

Estação de Santa Apolónia (vista oposta)

 

Museu Militar

 

Rua Jardim do Tabaco

 

Rua do Terreiro do Trigo

 

Campo das Cebolas / Rua da Alfândega

 

Rua da Alfândega (Terminal)

 

Fotos DR, excepto as identificadas

Conduzido por Visitante às 17:04
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
|
16 comentários:
De Ricardo Moreira a 2 de Novembro de 2010 às 11:36
Interessante a foto de Santa Apolónia, em frente ao Museu Militar, pela possibilidade que nos dá de vermos a infra-estrutura da via (que ainda lá está, soterrada em asfalto - o mais correcto seria "soasfaltada" ) assente em sapatas de betão em vez das tradicionais travessas de madeira, já a preparar-se para uma realidade que nunca chegou a acontecer por ali: os eléctricos modernos.
De Visitante a 11 de Novembro de 2010 às 09:08
...Realidade essa que, pelos vistos, a Carris colocou de parte, Ricardo.

Por outro lado, há que ter em conta os seguintes factores:

-A expansão do Metro para aquela zona, que inviabilizou a manutenção de qualquer carreira de eléctricos;

-A colocação e reforço de carreiras de autocarros (até com material muito mais veloz e confortável do que as "charruas" de há 30 ou 40 anos atrás) no eixo Praça do Comércio-Poço do Bispo;

-E, por fim, o traçado da maior parte daquelas (e muitas mais) ruas, que impede uma circulação mais veloz aos carros eléctricos (tenham eles os motores que tiverem...)

Cumprimentos
Visitante
De Viajante a 18 de Maio de 2016 às 12:46
Peço desculpa mas não será assim. As estações de Metro de Santa Apolónia e do Terreiro do Paço constituem a extremidade duma "antena" que seria estúpido ponderar prolongar. A prevista, programada, intencionada pela CMLisboa, linha de eléctrico rápido entre o Parque das Nações e o Cais do Sodré (que também poderia ser Praça da Figueira) ligaria à superfície duas linhas distintas de Metro. O Metro não é, pois, argumento, senão naqueles casos, como o da linha 1 do Metro de Budapeste, construída no final do século XIX ao longo da Avenida Andraci +porque a aristocracia e a aolta burguesia lá do sítio não queriam ser incomodados pelo ruído das rodas dos eléctricos... Mas uma rede de metro subterrâneo concebida como deve de ser (ex: a nossa linha vermelha ou as restantes linhas de Budapeste, ou as redes de Metro de Praga ou de Viena nunca são incompatíveis com o eléctrico: ligam pontos que não podem ser ligados em linha recta à superfície, por terem obstáculios físicos. Veja-se que o início da nossa rede de Metro foi perfeitamente irracional e mais prpangandística que outra coisa. Inaugurada em 31.12.1959, seguia o traçado das vias à superfície. Estúpido, obviamente, e recentemente objecto de alguma correcção, quer no prolongamento das linhas, quer na separação das linhas amarela e azul, salvo erro, passando a cruzá-las no Marquês de Pombal.
De manuel jesus a 3 de Novembro de 2010 às 19:09
no meu tempo anos 50/60 havia bandeiras de electricos , como museu de artilharia est. sta apolonia e c. de ferro, nestes sitios existiam desvios para o respectivo lugar eram carros compridos e vinha propriamento da pc. comercio nao eram carreiras que passavam nestes locais gostava de saber a carreira que tinha terminal do m. artilharia. gostei muito de ver as belas fotos da carreira 24 bons tempos. manuel jesus. agradeco.
De Visitante a 11 de Novembro de 2010 às 09:18
Olá, Manuel.

Tanto quanto é do meu conhecimento, apenas a carreira 3 poderá ter tido terminal naquele pequeno ramal que existia em frente à Estação de Santa Apolónia.

E digo "poderá" porque o terminal desta carreira, antes de ser prolongada ao Poço do Bispo, situava-se na rua Bica do Sapato, ao fim da Rua Diogo Couto.

Cumprimentos
Visitante
De César Guereiro a 18 de Maio de 2016 às 12:22
Posso dar uma achega. Terminal própria mente dito, naquele local, era com bandeira «Caminhos de Ferro». Poderia talvez ser «Museu de Artilharia», isso não sei, mas o terminal existiu, pelo menos com aquela bandeira. era a linha 16, Caminhos de Ferro-Belém, via Conde Barão. Da fusão desta linha 16 com a linha 9 (Poço do Bispo-Praça do Comércio) resultou, ampliada, a linha 16, Poço do Bispo-Belém. Entretanto, por Santa Apolónia passava também a linhas 3 (Poço do Bispo- Arco do Cego)
De ZIPAR a 14 de Julho de 2011 às 16:41
a falta de vontade tanto da carris como da câmara municipal de Lisboa levou quase á extinção deste transporte NÃO POLUENTE e nem sequer para turista ver, para dar lugar a estacionamento pago e selvagem que assim causa mais engarrafamentos que os carros elécticos "Mentes Prodigiósas"
De Pedro pereira a 15 de Julho de 2011 às 19:36
Concordo se o presidente da carris tivesse um pouco de estrategia e vizao ele realizava que o melhor investimento turistico era investir nos eletricos .

Os eletricos sao tao populares ca na inglaterra onde os instalarao de novo, so poso dizer isto melhorias varias nessas cidades:

1 transito local mais leve
2 ligacoes com outros transportes
3 aumento de visitantes as areas incluindo eu
4 ligacoes a lugares de estacionamento Park and Ride" nome local dessas paragens

desculpe a minha ortografia mas este teclado e ingles.

De Viajante a 18 de Maio de 2016 às 12:27
Mas os responsáveis da Carris têm tido estratégia, sim! Apenas ocorre que as motivações deles não são, seguramente, as nossas. É nisso que reside a questão, motivo pelo qual os melhores argumentos esbarram normalmente contra uma muralha de... Nem sei de quê...
De Viajante a 30 de Maio de 2017 às 15:58
Imagens saudosas! Diz-se que o 24 está quase a ser reactivado no que foi o seu percurso original, entre o Cais do Sodré e Campolide. Já não era mau, tanto mais que a ideia inclui que, por alguma forma, os eléctricos voltem a ir ao Carmo. O que induz que seja com o 25 antes do último encurtamento, i.e., reactivando o troço Ferreira Borges-Campo de Ourique-Amoreiras... Enfim, até há indícios. Acredito quando vir. Tal como o 15 até Santa Apolónia... Sabendo o que a casa gasta, como diz o cego, a ver vamos...
De César guerreiro a 23 de Dezembro de 2016 às 13:12
Sem dúvida nenhuma um "transporte NÃO POLUENTE". Podemos juntar-lhe outros atributos virtuosos: mais confortável, sem os solavancos próprios dos autocarros e, logo, mais adequado para percursos mais longos. E mais arejado, também. E se referir mais de que se lembre, é provável que tenha razão. Mas há um outro aspecto, nunca focado: é que remete para um modo de estar mais... "Antigo", por assim dizer, sugerido pela imagem do Prof. Theophilo Braga, quando presidente do Governo Provisório da I República, que ia de eléctrico para o palácio de Belém, a sugerir uma certa tranquilidade "aristocraticamente" própria duma época vivida menos à pressa. Talvez isso também pese nas motivações da actual sanha destruidora. ¿Porque será?
De José Arrais a 25 de Julho de 2011 às 19:59
Para mim, sem margem para dúvidas a melhor carreira de eléctricos que alguma vez Lisboa teve!!! Foi a andar no Verão, com a janela aberta, na 1ª fase do antigo 7º Ano do Liceu, que estudei para os meus exames, horas a fio a andar nesta carreira...e acabei o liceu no fim! Que saudades!!!
De JP Emídio a 4 de Outubro de 2011 às 12:36
Que saudades tenho desta carreira, dos tempos em que a dita ligava a minha escola preparatória ao meu bairro. Aparecem nas fotos um modelo baptizado de "caixote". Que me lembre não há nenhum exemplar destes carros no museu da Carris. E numa das imagens é possível ver o edifício PHILIPS ás Amoreiras (então ainda com o demolido car-barn " da empresa citada) em acabamentos.
De César Guerreiro a 30 de Maio de 2017 às 16:15
Há TRÊS exemplares de caixote no Museu da Carris: o caixote-"salão" 904, um caixote bidirecional com carroçaria numerada como 741, e o caixote unidirecional 506. É o que resta... Não sei se ainda haverá algum, ou alguns, em Almada, numa espécie de cemitério de eléctricos que por lá havia há muitos anos, quando todo aquele património foi assim delapidado. Triste sina, não é? Nisto como noutras coisas, a Tugalândia das Bananas, no seu melhor...
De JP Emídio a 30 de Maio de 2017 às 19:47
É verdade sim senhor, já tive a oportunidade de visitar o Museu da Carris e eles lá estão.
De facto houve em tempos uma ampla sucata na margem sul (Almada ou Seixal), onde alem de eléctricos "caixotes", também lá se encontravam julgo que alguns atrelados como o que existe junto à "raquete" de Belém para os funcionários da CCFL. Por esse país fora não me lembro de ver "caixotes" transformados em restaurantes. Em tempos vi eléctricos unidireccionais (só com 2 portas automáticas) que faziam muito a carreira 20 devido aos seus potentes motores (de sua alcunha os "submarinos"). Estavam em Vila de Rei, talvez à espera que o próximo incêndio florestal que sempre fustigaram aquela zona os façam virar em pó :(
De César Guerreiro a 30 de Maio de 2017 às 16:30
Devo um esclarecimento, e uma satisfação, especialmente a quem porventura conheça o meu nome. Aparentemente, a ortografia dos comentários aqui publicados é "corrigida" automaticamente, em conformidade com o Novo Acordo "Ortográfico" da Língua Portuguesa, facto pelo qual, ainda que a ele alheio, apresento as minhas desculpas.

Comentar post